quinta-feira, 16 de maio de 2019

Aprenda a criar Backups no seu FreePBX

By: Janduy Euclides On: maio 16, 2019
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  • Olá sejam muito bem-vindos a mais uma documentação para ajudar a comunidade, antes de qualquer coisa não deixe de contribuir, nos acione e envie material para que possamos fazer deste site um grande repositório de informações para todos.

    Este material te auxilia a fazer o passo a passo para criação do backup no seu FreePBX, vamos lá!

    Faça o login na interface web do FreePBX visitando o endereço IP do seu PBX.

    Navegue em Admin -> Backup e Restauração


    Clique em Backups e depois em New Backup


    Escolha um "nome" e uma "descrição" para o backup e insira um "endereço de e-mail" que será notificado quando o backup for executado. Para fazer backup de tudo em seu servidor, incluindo correios de voz, gravações, arquivos de configuração, etc., você deverá clicar e arrastar os seguintes Modelos para a seção Itens de backup:

    1. Backup Completo
    2. CDRs
    3. Sistema de áudio
    4. Correio de voz

    Observe que isso NÃO incluirá gravações de chamadas, o que pode tornar seu backup muito grande. No entanto, se você precisar deles incluídos no seu backup, você pode clicar no "+" (mais) na parte inferior da lista "Itens" e adicionar um diretório com o caminho "__ASTSPOOLDIR __/monitor" (sem as aspas).

    Em Storage Locations, arraste “Local Storage (local)” para a coluna Storage Servers (Opcional) Se você deseja executar o backup automaticamente em uma base regular, escolha a frequência que deseja que o servidor faça backup. Se você estiver configurando backups automáticos, é altamente recomendável definir um tempo ou quantidade "Excluir após", caso contrário, os backups antigos nunca serão removidos e você poderá ficar sem espaço em disco.


    Acima em -Hooks são scripts que podem ser definidos para interagir antes e depois do backup.

    Clique em Salvar.


    Para executar o backup agora, vá até o fundo novamente e clique em "e executar"

    Após isso você já pode contar com uma rotina de backup automatica, configurando da forma que melhor lhe atender! É possível conferir a listas de backups, os mesmos ficam salvos no caminho: /var/spool/asterisk/backup no linux.

    Espero que essa documentação possa lhe auxiliar, encerramos por aqui, até a proxima!


         

    quinta-feira, 9 de maio de 2019

    Tronco entre duas Centrais (FreePBX 14 x Issabel)

    By: Janduy Euclides On: maio 09, 2019
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  • Olá sejam muito bem-vindos a mais uma documentação para auxiliar a comunidade não só freepbx, mas também Issabel, este que usa o freepbx(2.11) não muda muita coisa, somente a interface web, mas o coração é do nosso guerreiro, bom vamos lá. Este trata a interligação de um Freepbx com um Issabel usando tronco IAX2, o mesmo server para uma comunicação entre sites, se necessário. Vamos por a mão na massa!

    Antes de seguir não deixe de compartilhar os conteúdos do nosso site e contribuir com o mesmo, assim conseguimos ainda mais ajudar a comunidade.


    Laboratório (Freepbx)

    • Virtualbox 6.0;
    • CentOS 7;
    • HD 10GB;
    • Memoria: 1024 MB;
    • Freepbx 14.

    Laboratório (Issabel)

    • PROXMOX 5.3;
    • CentOS 7;
    • HD 40GB;
    • Memoria: 1024 MB;
    • Issabel.

    Observações: O HD do Issabel está um pouco maior por ser um servidor de laboratorio que já existia, mas não se preocupe com esse detalhe, se for o caso pode criar ambos do mesmo tamanho.

    Configurações [FreePBX]

    Crie um tronco do tipo IAX2 com as seguintes informações:

    Trunk Name: Issabel
    Trunk Name (Outgoing): Issabel
    PEER Details:
    username=freepbx
    type=friend
    trunk=yes
    transfer=no
    secret=AsteriskHelp
    qualify=yes
    host=IP_DO_SERVIDOR_ISSABEL
    disallow=all
    context=from-internal
    allow=ulaw&alaw&gsm

    Se caso tiver alguma duvida, suas configurações devem estar como a imagem abaixo:



    Uma parte do trabalho foi feita que é criar o tronco, agora precisamos adicionar uma rota de saida para conseguir ligar para outra ponta, Issabel!

    Nas rotas de saída crie uma rota com as seguintes informações abaixo:



    Acima em Route Name coloque o nome da rota de saida, esta foi definida como "dial-issabel", em Trunk Sequence for Matched Routes, este você deve atribuir o tronco que foi criado, neste caso issabel.



    Agora na guia "Dial Patterns" adicione a regra de discagem para conseguir ligar nos ramais da central ISSABEL, este que estão na range 3000 ao 3999, sendo assim será usado a mascara 3XXX.

    Configurações [Issabel]

    Crie um tronco do tipo IAX2 com as seguintes informações:

    Trunk Name: freepbx
    Trunk Name: freepbx
    PEER Details:
    username=issabel
    type=friend
    trunk=yes
    transfer=no
    secret=AsteriskHelp
    qualify=yes
    host=IP_DO_SERVIDOR_FREEPBX
    disallow=all
    context=from-internal
    allow=ulaw&alaw&gsm

    Se caso tiver alguma duvida, suas configurações devem estar como a imagem abaixo:


    Agora vamos configurar uma rota de saída para para que seu server Issabel possa discar para os ramais do servidor FreePBX.



    Assim como no tronco anterior, este foi adicionado a regra de discagem para conseguir ligar nos ramais da central FreePBX, este que estão na range 1000 ao 1999, sendo assim será usado a mascara 1XXX.

    Agora que os troncos e rotas foram criadas, vamos checar o status da interligação em ambos os lados.

    [root@asteriskhelp ~]# asterisk -vvvvvvvvcgi
    asteriskhelp*CLI> iax2 show peers
    Name/Username    Host                    Mask                                      Port           Status      Description                     
    issabel/freepbx  192.168.1.95       (S)  255.255.255.255                           4569  (T)      OK (1 ms)             
    


    [root@issabel~]# asterisk -vvvvvvvvcgi
    issabel*CLI> iax2 show peers
    Name/Username    Host                    Mask                                      Port           Status      Description                     
    freepbx/issabel  192.168.1.38       (S)  255.255.255.255  4569 (T)                                OK (1 ms)             
    

    Testes de ligações

      -- Called IAX2/freepbx/1000
        -- Call accepted by 192.168.1.38 (format ulaw)
        -- Format for call is (ulaw)
        -- IAX2/freepbx-16860 is ringing
        -- IAX2/freepbx-16860 is ringing
    issabel*CLI> 
    

    Called IAX2/issabel/3000
        -- Call accepted by 192.168.1.95:4569 (format ulaw)
        -- Format for call is (ulaw)
        -- IAX2/issabel-18020 is ringing
        -- IAX2/issabel-18020 is ringing
    asteriskhelp*CLI> 
    

    Os testes foram efetuados com sucesso, desta forma a comunicação entre os servidores esta estabelecida e testada, espero que esta documentação possa lhe auxiliar, não deixe de comentar e contribuir com o site da comunidade.


         

    quarta-feira, 1 de maio de 2019

    FreePBX - Transferencia de ligação customizada

    By: Janduy Euclides On: maio 01, 2019
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  • Olá , sejam bem-vindos a mais uma documentação voltada para o ambiente asterisk e FreePBX, esta trata a transferência cega (Blind transfer) ou seja, você transfere a chamada para o ramal destino sem saber se ele quer ou não atender, essa demanda especifica surgiu e achei interessante compartilhar com a comunidade. Este processo será necessário algumas customizações nos arquivos conf do asterisk, nada de outro mundo, fiquem tranquilos. A inicio será alterado o contexto padrão da variável “${TRANSFER_CONTEXT}” esta que é acionada todas vezes que é executado uma transferência e logo a seguir dentro do contexto customizado será tratado a variável de canal “${BLINDTRANSFER}” usada na transferência cega, desta forma quando transferir a chamada ele aguardará o time especificado e logo a seguir devolve a chamada para a extensão que originou a transferência.

    No terminal do linux vamos as alterações nos arquivos do asterisk, sempre sugiro que faça esse processo no seu ambiente de testes para não ter problemas com o sistema em produção.

    A descrição do laboratório são de dois ambientes que um usando Debian 8(Raspberry Pi) e o outro CentOS6.

    Laboratório 01:

    • Raspberry Pi;
    • Asterisk 11.21;
    • Debian 8.

    Laboratório 02:

    • Servidor IBM;
    • Asterisk 11.21;
    • CentOS 6.
    [root@asteriskhelp ~]# vim /etc/asterisk/globals_custom.conf
    
    TRANSFER_CONTEXT = custom-test_transfer
    

    Logo em seguida pressione a tecla [ESC], depois ":x!" para sair do arquivo salvando as alterações.
    Obs. Sem as ASPAS!

    A seguir será adicionado o contexto que vai tratar a transferência e devolve-la para o ramal que originou.

    [root@asteriskhelp ~]# vim /etc/asterisk/extensions_custom.conf
    
    [custom-test_transfer]
    exten => _X.,1,NoOp(Entering custom-test_transfer)
    exten => _X.,n,Set(timeoutd=25) ; Aqui adicione o tempo que deseja como timeout
    exten => _X.,n,Set(extLeng=${LEN(${EXTEN})})
    exten => _X.,n,NoOp(The extenlength is ${extLeng})
    exten => _X.,n,Dial(Local/${EXTEN}@from-internal,${timeoutd})
    exten => _X.,n,Set(CALLERID(name)=RB:${CALLERID(name)})
    exten => _X.,n,Dial(Local/${BLINDTRANSFER:4:${extLeng}}@from-internal)
    exten => _X.,n,Hangup()
    
    

    Logo em seguida pressione a tecla [ESC], depois ":x!" para sair do arquivo salvando as alterações.

    Agora será necessário executar um reload no asterisk para que ele reconheça o novo contexto criado, observe a seguir que serão rodados três comando, um para entrar no console do asterisk, outro para dar o reload nos contextos o ultimo para checar se o já existe e foi reconhecido pelo asterisk.

    [root@asteriskhelp ~]# rasterisk -vvvvvvvcgi
    
    asteriskhelp*CLI> dialplan reload
    asteriskhelp*CLI> dialplan show custom-test_transfer
    
    [ Context 'custom-test_transfer' created by 'pbx_config' ]
      '_X.' =>          1. NoOp(Entering custom-test_transfer)        [pbx_config]
                        2. Set(timeoutd=25)                           [pbx_config]
                        3. Set(extLeng=${LEN(${EXTEN})})              [pbx_config]
                        4. NoOp(The extenlength is ${extLeng})        [pbx_config]
                        5. Dial(Local/${EXTEN}@from-internal,${timeoutd}) [pbx_config]
                        6. Set(CALLERID(name)=RB:${CALLERID(name)})   [pbx_config]
                        7. Dial(Local/${BLINDTRANSFER:4:${extLeng}}@from-internal) [pbx_config]
                        8. Hangup()                                   [pbx_config]
    
    -= 1 extension (8 priorities) in 1 context. =-
    

    Agora que já alimentou os arquivos e o asterisk reconheceu o contexto, como mostra o resultado acima, já pode iniciar os testes. Lembrando que essa documentação foi homologada em ramais SIP que utilizam o modulo "chan_sip".

    Espero que tenha auxiliado e até a próxima, abraços.


         

    domingo, 28 de abril de 2019

    FreePBX - Script de Instalação customizada

    By: Janduy Euclides On: abril 28, 2019
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  • Olá sejam bem-vindos a mais uma documentação voltada para Freepbx, esta será curta e objetiva.

    O nosso amigo e parceiro RAFAEL TAVARES da Ibinetwork desenvolveu um script de instalação customizada do freepbx 14 e asterisk 13 para Linux CentOS versão 7, este estamos trabalhando em melhorias juntamente com o apoio da comunidade no telegram [FreePBX Brasil Community] o mesmo faz a instalação dos módulos básicos para uso no dia-dia, regras sip para o firewalld, instalação dos áudios em português, codec g729 e tratamento de hangupcause, abaixo o link do script onde pode conferir mais detalhes, contamos com a sua ajuda para melhora-lo ainda mais.



         

    quinta-feira, 11 de abril de 2019

    FXO DINSTAR - DISCONNECT TONS CADÊNCIA - ASTERISK 11

    By: Janduy Euclides On: abril 11, 2019
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  • O procedimento abaixo não será extenso como a maioria, apenas para documentar as configurações desconexão do equipamento DINSTAR(FXO), ao observar que existe uma certa carência deste tipo de documentação para tal modelo, este processo foi resolvido juntamente com o auxilio do Luciano Cavalcante amigo e parceiro da comunidade FreePBX Brasil Community.

    Laboratório:

    • Asterisk 11;
    • DINSTAR – MODELO DAG1000-4O;
    • Linha Analógica da Operadora Oi.

    Antes de mais nada se possível atualize seu equipamento, abaixo o link para acesso ao diretório compartilhado com as ultimas firmwares.


    No equipamento no caminho:

    Advanced » FXO Parameter

    Segue a imagem abaixo:



    Preencha com as seguintes informações de cadência: 250,230,250,230,250,230,330,230

    Confira as demais informações acima e se caso tiver algo diferente no seu equipamento, ajuste.

    Espero que esta documentação ajude e não deixe de compartilhar e contribuir com a comunidade, se caso você tiver alguma documentação relevante que queira compartilhar aqui, nos contate que será um prazer criarmos um post com novos conhecimentos.


         

    segunda-feira, 8 de abril de 2019

    Systemd scripts on boot CentOS 7

    By: Janduy Euclides On: abril 08, 2019
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  • Systemd

    O Systemd é responsável por gerenciar sistemas e serviços de alguns OS Linux. Foi desenvolvido para ser compatível com os scripts init do SysV e disponibiliza vários recursos, como a iniciar serviços em paralelo ao linux no momento do boot, a ativação por demanda de daemons ou a lógica de controle de serviço baseada em dependência. Um exemplo no CentOS 7 assim como em sistemas baseados em Red Hat , o systemd substitui o Upstart como o sistema init padrão.

    O conceito de unidades systemd, são representadas por arquivos de configuração de unidade localizados em um dos diretórios listados na tabela abaixo,“Localizações de arquivos da unidade Systemd” e disponibilizam informações sobre serviços do sistema e outros objetos que são importantes para o sistema init, este será mencionado a seguir. Para ter acesso a mais informações sobre a lista completa dos tipos de unidade systemd disponíveis, confira na lista a seguir,“Tipos de unidade systemd disponíveis”.


    Tipos de unidade systemd disponíveis
    Tipo de Unidade Extensão de Arquivo Descrição
    Unidade de serviço .service Um serviço do sistema.
    Unidade alvo .target Um grupo de unidades systemd.
    Unidade de montagem automática .automount Um ponto de montagem automática do sistema de arquivos.
    Unidade do dispositivo .device Um arquivo de dispositivo reconhecido pelo kernel.
    Unidade de montagem .mount Um ponto de montagem do sistema de arquivos.
    Unidade de caminho .path Um arquivo ou diretório em um sistema de arquivos.
    Unidade de escopo .scope Um processo criado externamente.
    Unidade de fatia .slice Um grupo de unidades organizadas hierarquicamente que gerenciam processos do sistema.
    Unidade de instantâneo .snapshot Um estado salvo do gerenciador do systemd.
    Tomada de unidade .socket Um soquete de comunicação entre processos.
    Unidade de swap .swap Um dispositivo de troca ou um arquivo de troca.
    Unidade de temporizador .timer Um temporizador systemd.
    Localizações dos arquivos da unidade Systemd
    Diretório Descrição
    /usr//lib/systemd/system/ Arquivos unitários do Systemd distribuídos com pacotes RPM instalados.
    /run/systemd/system/ Arquivos unitários do Systemd criados no tempo de execução. Esse diretório tem precedência sobre o diretório com arquivos da unidade de serviço instalados.
    /etc/systemd/system/ Arquivos unitários do Systemd criados por systemctl enable arquivos de unidade adicionados para estender um serviço. Esse diretório tem precedência sobre o diretório com arquivos de unidade de tempo de execução.

    Agora que foi feita uma breve abordagem do Systemd, será descrito a seguir um pouco do antecessor, init.

    No sistema operacional Linux, init é a forma simplificada de Initialization. O init é um processo daemon que inicia no boot do servidor e continua em execução até que ele seja encerrado. O init é o primeiro processo que começa quando seu servidor inicializa, tornando-o o pai de todos os outros processos em execução direta ou indiretamente e normalmente é atribuído e identificado nos processos como "pid=1".

    Se ocorrer algum erro e o daemon init não puder iniciar, nenhum dos demais processos serão inicializados e o sistema no boot irá apresentar falhas normalmente identificada como “Kernel Panic”. init é geralmente referido como Sistema de V (abreviado, SysV ou System Five) de inicialização. O System V é o primeiro sistema operacional UNIX comercial projetado e o uso do init na maior parte do Linux Distribution de hoje é idêntico ao System V OS com algumas exceções, como o Slackware usando estilo BSD e o Gentoo usando init customizado.

    A demanda para substituição do init por algo melhor foi identificada no momento que foram desenvolvidas, algumas das substituições do init nativa da distro, segue algumas:

    Upstart - Um daemon de substituição de init implementado no Ubuntu GNU / Linux e projetado para iniciar o processo de forma assíncrona.

    Epoch - Um daemon de substituição de init criado em torno da simplicidade e do gerenciamento de serviços, projetado para iniciar o processo de thread único.

    Mudar - Um daemon de substituição de init escrito em Python, implementado no Pardus GNU / Linux e projetado para iniciar o processo de forma assíncrona.

    systemd - Um daemon de substituição de init projetado para iniciar o processo em paralelo, implementado em um número de distribuição padrão - Fedora, OpenSuSE, Arch, RHEL, CentOS, etc.

    Analisando essas mudanças e observando que surgem algumas dúvidas no caso do CentOS 7, o habito de fazer uso do rc.local para inicialização de scripts customizados no boot do servidor, etc.

    A seguir será apresentado duas formas de trabalhar com essas mudanças, a inicio será criado no systemd para no boot iniciar o seu script, no caso do laboratório será usado um script bash como exemplo, em segundo ambiente de estudo, será descrito como ativar no systemd para que carregue o rc.local do Linux.

    Laboratório:

    • Virtualbox v5.2.26
    • OS - CentOS Linux Release 7.5.1804(Core)
    • Memoria 1024 MB
    • Disco 40GB

    Este será criado no systemd para iniciar um script básico de firewall como um serviço comum do servidor.

    Vá até o diretorio abaixo:

    [root@labfreepbx ~]# cd /etc/rc.d/

    Crie o seguinte arquivo:

    [root@labfreepbx ~]# vim firewall.sh

    Com o conteúdo:

    #!/bin/bash
    # Autor: Profº Kowalski
    # Comunidade FreePBX Brasil

    # Variaveis
    LAN="enp0s3"
    REDE_INTERNA="172.16.100.0/24"

    # Limpa regras
    iptables -t filter -F
    iptables -t nat -F

    # Policy default
    iptables -t filter -P INPUT DROP
    iptables -t filter -P FORWARD DROP
    iptables -t filter -P OUTPUT ACCEPT

    # Liberar interface lo e rede interna
    iptables -t filter -A INPUT -i lo -j ACCEPT
    iptables -t filter -A INPUT -s $REDE_INTERNA -i $LAN -m comment --comment "REDE LOCAL" -j ACCEPT

    Observações:
    As variáveis “$LAN” e “$REDE_INTERNA” devem ser alteradas para as que atendam o seu ambiente de estudo, lembrando que este é apenas um script de estudo usado para simular uma necessidade diária, se for fazer uso deste em produção recomendo que revise e adeque as suas necessidades.

    Após alimentar o script com as informações corretas do seu ambiente, salve e saia, se caso não souber no VIM usa-se ESC + :x! (Dois pontos, X minúsculo e exclamação), assim você salva e sai do arquivo forçando as alterações.

    Agora será necessário a permissão de execução do script.

    [root@labfreepbx ~]# chmod +x firewall.sh
    


    Pronto, script criado, se for caso para não ter surpresas execute o mesmo somente para efeito de teste, e a seguir será criado o arquivo que o systemd inicie seu script no boot.

    No caminho:
    [root@labfreepbx ~]# cd /etc/systemd/system/
    

    Crie o seguinte arquivo:
    [root@labfreepbx ~]# vim firewall.service
    


    Adicione o seguinte conteúdo abaixo:
    [Unit]
    After=network.target
    [Service]
    ExecStart=/etc/rc.d/firewall.sh
    [Install]
    WantedBy=default.target
    


    Onde “After=network.target” significa que ele inicializará após o serviço de rede, “ExecStart” defini o caminho do nosso arquivo bash e o “WantedBy” em qual destino da inicialização ele será executado.

    Após alimentar o arquivo, salve e saia, a seguir rode os comandos para recarregar o systemd e habilitar no boot a execução do seu serviço/script.

    [root@labfreepbx ~]# systemctl daemon-reload
    

    [root@labfreepbx ~]# systemctl enable firewall.service
    


    Agora já pode reiniciar o seu servidor e veja se ao iniciar o mesmo executou o script como deve ser.

    Até agora já abordamos como criar no systemd a inicialização dos seus serviços, correto! Mas Profº Kowalski se eu quiser utilizar o meu rc.local sem necessidade de criar para cada script um serviço no systemd, isso é possível? Sim, claro vamos lá! Você pode sim fazer desta forma, será descrito a seguir.

    Desative seu atual serviço para não conflitar com as configurações a seguir ou se preferir pode remover.

    Após alimentar o arquivo, salve e saia, a seguir rode os comandos para recarregar o systemd e habilitar no boot a execução do seu serviço/script.

    [root@labfreepbx ~]# systemctl disable firewall.service
    


    Assim seu script não será iniciado no boot.
    Agora no caminho:

    [root@labfreepbx ~]# /etc/rc.d/
    

    Entre no arquivo rc.local existente dentro do diretorio acima.

    [root@labfreepbx ~]# vim rc.local
    

    Ao final do arquivo adicione o caminho do seu script:

    sh /etc/rc.d/firewall.sh
    

    Salve e saia.

    Agora adicione a permissão de execução no arquivo rc.local:

    [root@labfreepbx ~]# chmod +x rc.local
    

    Agora no caminho:

    [root@labfreepbx ~]# /etc/systemd/system/
    

    Crie o seguinte arquivo:

    [root@labfreepbx ~]# vim rc-local
    

    Adicione o seguinte conteúdo:

    [Unit]
    Description=/etc/rc.d/rc.local Compatibility
    ConditionFileIsExecutable=/etc/rc.d/rc.local
    After=network.target
    
    [Service]
    Type=forking
    ExecStart=/etc/rc.d/rc.local start
    TimeoutSec=0
    RemainAfterExit=yes
    

    Em seguinte salve e saia. Como no processo anterior será necessário dar um reload no systemd e habilitar no boot do server.

    [root@labfreepbx ~]# systemctl daemon-reload
    

    [root@labfreepbx ~]# systemctl enable rc-local.service
    

    A seguir reinicie o seu servidor para validar seu procedimento, ao voltar rode o seguinte comando:

    [root@labfreepbx ~]# systemctl status rc-local.service
    

    Observe que o status deve está como “Active” sendo assim o systemd está executando o rc.local no boot corretamente.

    Essa foi mais uma documentação para comunidade, não deixe de acompanhar as nossas mídias sociais, um forte abraço e até a próxima.


         

    Fontes:
    https://access.redhat.com/(Systemd)
    https://access.redhat.com/(SysV)

    sábado, 1 de dezembro de 2018

    Asterisk e FreePBX no Debian (Debian v9, Asterisk v13/14 e FreePBX v14)

    By: Janduy Euclides On: dezembro 01, 2018
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    Olá seja bem vindo a mais um tutorial de Asterisk, FreePBX e linux, que é disponibilizado para ajudar a comunidade, este foi feito com muito carinho, é sim, não estou exagerando, nas ultimas semanas em um projeto com os um de meus colegas de profissão, o Rafael Tavares nos deparamos com um Debian 9.6 que nos deu um baita trabalho, mas nós como amamos o que fazemos, não deixamos barato, resolvemos e estamos disponibilizando o material homologado, ele assim como eu não deseja este sofrimento para o seu próximo. Bom vamos ao que interessa.

    Essa documentação foi homologada em dois ambientes:

    1-) Laboratório:

    • XenCenter Versão 7.4;
    • Debian 9.6 amd64;
    • HD: 20Gb;
    • RAM: 1024Mb;
    • Asterisk: Versão 13;
    • FreePBX: Versão 14;

    2-) Laboratório:

    • VMware ESX 6.5;
    • Debian 9.6 amd64;
    • HD: 50Gb;
    • RAM: 2048Mb;
    • Asterisk: Versão 13;
    • FreePBX: Versão 14;

    # Pré-requisitos
    apt -y update && apt -y upgrade && apt install lsb-release
    

    # PHP, removendo a versão atual e instalando a compativel para a instalação do FreePBX
    apt -y purge php* 
    apt -y install curl apt-transport-https
    curl https://packages.sury.org/php/apt.gpg | apt-key add -
    echo "deb https://packages.sury.org/php/ $(lsb_release -sc) main" > /etc/apt/sources.list.d/deb.sury.org.list
    apt -y update && apt -y install php5.6 php5.6-curl php5.6-cli php5.6-mysql php5.6-mbstring php5.6-gd php5.6-xml
    

    Dependencias necessárias

    apt -y install build-essential aptitude openssh-server apache2 mariadb-server mariadb-client \
    bison doxygen flex php-pear curl sox libncurses5-dev libssl-dev libmariadbclient-dev mpg123 \
    libxml2-dev libnewt-dev sqlite3 libsqlite3-dev pkg-config automake libtool-bin autoconf \
    git subversion uuid uuid-dev libiksemel-dev libjansson-dev tftpd postfix mailutils nano \
    ntp libspandsp-dev libcurl4-openssl-dev libical-dev libneon27-dev libasound2-dev libogg-dev \
    libvorbis-dev libicu-dev libsrtp0-dev unixodbc unixodbc-dev python-dev xinetd e2fsprogs dbus \
    sudo xmlstarlet mongodb lame ffmpeg dirmngr linux-headers*
    

    Node.js

    curl -sL https://deb.nodesource.com/setup_8.x | sudo -E bash -
    apt -y install nodejs
    

    ODBC

    cd /usr/src
    wget https://downloads.mariadb.com/Connectors/odbc/connector-odbc-2.0.15/\
    mariadb-connector-odbc-2.0.15-ga-debian-x86_64.tar.gz
    tar -zxvf mariadb-connector-odbc-2.0.15*.tar.gz
    cp mariadb-connector-odbc-2.0.15*/lib/libmaodbc.so /usr/lib/x86_64-linux-gnu/odbc/
    

    #Crie /etc/odbcinst.ini
    cat >> /etc/odbcinst.ini << EOF
    [MySQL]
    Description = ODBC for MariaDB
    Driver = /usr/lib/x86_64-linux-gnu/odbc/libmaodbc.so
    Setup = /usr/lib/x86_64-linux-gnu/odbc/libodbcmyS.so
    FileUsage = 1
      
    EOF
    

    # Crie /etc/odbc.ini
    cat >> /etc/odbc.ini << EOF
    [MySQL-asteriskcdrdb]
    Description = MariaDB connection to 'asteriskcdrdb' database
    driver = MySQL
    server = localhost
    database = asteriskcdrdb
    Port = 3306
    Socket = /var/run/mysqld/mysqld.sock
    option = 3
      
    EOF
    

    TimeZone

    # Configure o Timezone do server
    tzselect
    

    Instalar DAHDI

    Necessário somente se estiver usando um servidor físico e instalando hardware de telecom. Neste momento, as versões mais recentes que 2.10.2 (2.11.0 e 2.11.1) não são instaladas corretamente.

    cd /usr/src
    wget http://downloads.asterisk.org/pub/telephony/dahdi-linux-complete/dahdi-linux-complete-2.10.2+2.10.2.tar.gz
    tar zxvf dahdi-linux-complete-2.10*
    cd /usr/src/dahdi-linux-complete-2.10*/
    make all && make install && make config
    systemctl restart dahdi
    

    # Se caso make all falhar reinicie o servidor e execute apt -y install linux-headers*

    Instalação do Asterisk

    # Será instalado a versão 13 que é certificada, mas se caso quiser instalar a 14 sem problemas, basta definir VERSION=14

    VERSION=13
    cd /usr/src
    wget http://downloads.asterisk.org/pub/telephony/asterisk/asterisk-${VERSION}-current.tar.gz
    tar zxvf asterisk-${VERSION}-current.tar.gz
    cd /usr/src/asterisk-13.23.1/
    make distclean
    

    Instalando dependencias adicionais

    cd /usr/src/asterisk-13.23.1/
    ./contrib/scripts/install_prereq install
    

    Configurar

    cd /usr/src/asterisk-13.23.1/
    ./configure --with-pjproject-bundled
    

    Definir opções de compilação

    make menuselect
    

    Selecione opções adicionais de compilação ou deixe no padrão e salve.
    Para adicionar mais opções de compilação, basta executar make menuselect novamente e compilar/instalar novamente.


    Crie um usuário Asterisk, compile, instale e defina a propriedade preliminar.

    adduser asterisk --disabled-password --gecos "Asterisk User"
    make && make install && chown -R asterisk. /var/lib/asterisk
    

    Instalar FreePBX

    cd /usr/src
    git clone -b release/14.0 --single-branch https://github.com/freepbx/framework.git freepbx
    cd /usr/src/freepbx
    ./start_asterisk start
    ./install -n
    

    Obs. Se você receber um erro que a versão não foi possível determinar o Asterisk, modifique a seguinte linha:

    vim +266  installlib/installcommand.class.php
    $lastline = exec("runuser" . $answers['user'] . ' -s /bin/bash -c "cd ~/ && asterisk -rx \'core show version\' | grep ^Asterisk 2>&1"', $tmpout, $ret);
    

    Instalar os modulos básicos do FreePBX

    fwconsole ma downloadinstall framework core voicemail sipsettings infoservices \
    featurecodeadmin logfiles callrecording cdr dashboard music conferences
    
    fwconsole chown
    fwconsole reload
    

    Opcionalmente, você pode instalar todos os módulos (não recomendado). Você provavelmente precisará executar os seguintes comandos duas vezes.

    fwconsole ma installall
    fwconsole chown
    fwconsole reload
    

    Habilitar Freepbx para iniciar no boot de servidor

    cat >> /etc/systemd/system/freepbx.service << EOF
    [Unit]
    Description=Freepbx
    After=mariadb.service
     
    [Service]
    Type=oneshot
    RemainAfterExit=yes
    ExecStart=/usr/sbin/fwconsole start
    ExecStop=/usr/sbin/fwconsole stop
     
    [Install]
    WantedBy=multi-user.target
    
    EOF
    systemctl enable freepbx
    

    Configurar o Apache

    Adicione AllowOverride All ao diretório da Web para que o .htaccess esteja ativo.

    cat >> /etc/apache2/conf-available/allowoverride.conf << EOF 
    
        AllowOverride All
        
    EOF
    
    a2enconf allowoverride
    

    Alterar usuário/grupo padrão do apache, desabilitar index.html, habilitar o módulo rewrite.

    sed -i 's/\(APACHE_RUN_USER=\)\(.*\)/\1asterisk/g' /etc/apache2/envvars
    sed -i 's/\(APACHE_RUN_GROUP=\)\(.*\)/\1asterisk/g' /etc/apache2/envvars
    chown asterisk. /run/lock/apache2
    mv /var/www/html/index.html /var/www/html/index.html.disable
    a2enmod rewrite
    systemctl restart apache2
    

    Reinicie o Servidor

    Após o reboot, você deve conseguir acessa a interface do seu FreePBX http://IP_Do_Servidor,deve apresentar a seguinte tela abaixo:

    Os processos a seguir são obrigatórios

    Tarefas pós-instalação
    Configuração do banco de dados.

    mysql_secure_installation
    

    Responda 'N' para não alterar a senha do Root, as demais respostas, todas 'Y'

    Rotação de Arquivo de Log

    Se isso não for feito, os arquivos de log continuarão crescendo indefinidamente.

    vim /etc/logrotate.d/asterisk
    /var/spool/mail/asterisk
    /var/log/asterisk/full
    /var/log/asterisk/dtmf
    /var/log/asterisk/fail2ban
    /var/log/asterisk/freepbx.log
    /var/log/asterisk/freepbx_security.log 
    /var/log/asterisk/freepbx_debug {
            weekly
            missingok
            rotate 4
            #compress
            notifempty
            sharedscripts
            create 0640 asterisk asterisk
            postrotate
            /usr/sbin/asterisk -rx 'logger reload' > /dev/null 2> /dev/null || true
            endscript
            su root root
    }
    

    Bom, encerramos por aqui, agora você já tem um painel de administração funcionando para o seu PBX IP, não deixe de compartilhar e nos dar seu feedback.

    Participe dos nossos grupos no telegram:

    quarta-feira, 10 de outubro de 2018

    Asterisk 16 e FreePBX 15 já estão disponíveis

    By: Janduy Euclides On: outubro 10, 2018
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  • AstriCon Users & Developers Conference, a Sangoma acaba de anunciar que o Asterisk 16 e o ​​FreePBX 15 já estão disponíveis. Esse anúncio é monumental não apenas porque esses são os próximos lançamentos importantes dos dois projetos de comunicação de código aberto mais populares do mundo, mas porque eles reiteram o compromisso contínuo da Sangoma com o código aberto. Desde a aquisição da Digium, recebi muitas perguntas sobre o futuro do Asterisk e FreePBX (que eu respondo aqui). A Sangoma está trabalhando ativamente para promover um ambiente criativo e colaborativo para o desenvolvimento de soluções inovadoras. Os lançamentos simultâneos de hoje reafirmam ainda mais nossa posição em continuar os projetos e investir neles para o benefício dos usuários em todo o mundo.

    Quanto ao software recém-lançado, as melhorias feitas no Asterisk 16 e no FreePBX 15 incluem recursos avançados que fornecem aos desenvolvedores as ferramentas para criar aplicativos mais robustos e ricos em recursos. O Asterisk e o FreePBX também receberam atualizações que melhorarão o desempenho, tornarão o gerenciamento do sistema mais fácil para os administradores e permitirão que os desenvolvedores criem soluções mais adaptáveis ​​aos ambientes do usuário final.

    Visão Geral do Asterisk 16

    Melhor desempenho de videoconferência
    O Asterisk 16 baseia-se nas extensas capacidades de videoconferência introduzidas no Asterisk 15 para fornecer uma experiência de vídeo dramaticamente melhorada para os usuários. O Asterisk agora oferece desempenho de vídeo superior para todas as condições de rede, o que reduz o risco de quadros de vídeo congelados e fornece uma estrutura de classe mundial para a criação de aplicativos de vídeo de última geração.

    Novos recursos de dados baseados em texto
    O suporte para o Enhanced Messaging foi adicionado para oferecer aos desenvolvedores a capacidade de criar aplicativos rich client com trocas de dados baseadas em texto. Agora, os aplicativos clientes de videoconferência com vários participantes podem compartilhar URLs, listar participantes da conferência, destacar palestrantes e ativar o bate-papo com vários participantes.

    Melhor atendimento de chamadas
    O Asterisk 16 também sofreu aprimoramentos de desempenho significativos para lidar melhor com chamadas SIP, diminuindo a memória do sistema e o consumo de CPU necessários durante situações de alto volume, principalmente quando se utiliza o driver de canal PJSIP.

    Visão geral do FreePBX 15

    Nova API integrada

    O FreePBX 15 introduz uma nova API integrada, desenvolvida pelo GraphQL. A nova API facilita a integração do FreePBX com aplicativos de terceiros e permite que os usuários criem fluxos de trabalho e processos de negócios mais eficientes. A partir de hoje, existem 10 módulos em produção que aproveitam a nova API com outros atualmente em desenvolvimento.

    Processo de backup e restauração reprojetado

    O FreePBX 15 simplifica o gerenciamento do sistema com um processo de backup redesenhado que lida com backups por módulo. Agora, os administradores podem criar backups personalizados, executar backup e restauração de versões cruzadas e aproveitar mais opções para manter seus dados seguros.

    Para obter mais informações sobre qualquer projeto de código aberto, visite os sites do Asterisk ou do FreePBX Para obter informações detalhadas sobre as novas alterações ou para acessar a documentação e amostras de uso, visite o Asterisk Wiki ou o FreePBX Wiki.


    Fonte: https://www.sangoma.com/asterisk-16-freepbx-15-now-available/

    terça-feira, 9 de outubro de 2018

    SMTP Relay

    By: Janduy Euclides On: outubro 09, 2018
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  • A sigla SMTP, significa Simple Mail Transfer Protocol. Mas para muitos de nós está longe de ser simples, O SMTP é, na verdade, parte de uma tecnologia que muitos de vocês estão usando hoje regularmente.

    O que é o SMTP Relay?

    Um redirecionamento SMTP é um protocolo que permite que o email seja transmitido pela Internet, coletando e-mails do remetente e entregando-os ao correio local do destinatário, outro servidor SMTP.

    Foi criado pela primeira vez em 1982 e continua a ser o padrão da internet que é amplamente usado hoje em dia.

    Envio através de um servidor SMTP com um provedor de serviços de email;

    Então, o que este protocolo parece quando se trata de um provedor de serviços de e-mail, As empresas que precisam enviar e-mails em massa para seus clientes usam o retransmissor SMTP para facilitar a manutenção e analytics insights. O envio por meio de um provedor de serviços de email, por meio de uma retransmissão de SMTP, evita que as empresas tenham que executar seu próprio servidor de email. A empresa ou o remetente cria o e-mail e o servidor envia-o ao servidor SMTP externo, que preparado e enviado aos destinatários.

    A maioria dos provedores de webmail (ou seja, Gmail, Hotmail, Yahoo etc) colocam um limite em quantos você pode enviar para diferentes destinatários por dia para combater o spam. Como as empresas geralmente excedem esse limite, elas exigem os serviços de uma plataforma de envio de e-mail em nível corporativo. Um provedor de retransmissão SMTP pode ajudar empresas e organizações a fornecer grandes volumes de e-mails sem que eles sejam rotulados erroneamente como SPAM. Os provedores de serviços de email, investem muitos recursos na criação de sua própria infraestrutura de email para lidar com cargas de grande volume e trabalham em conjunto com os principais provedores de serviços de internet e webmail para entregar esses emails diretamente na caixa de entrada dos destinatários.

    Na capacitação de FreePBX Advanced é abordada a configuração e uso do smtp relay na pratica, fazendo assim um diferencial na rotina do profissional de telecomunicações no uso do completo sistema de administração de telefonia IP e sua funcionalidades.

    Verifique a agenda em:
    https://goo.gl/5gVbxv

    CT da Novatec em SP!

    segunda-feira, 24 de setembro de 2018

    SANGOMA entenda o que muda na aquisição da Digium

    By: Janduy Euclides On: setembro 24, 2018
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  • MARKHAM, ON, 24 de agosto de 2018 - A Sangoma Technologies Corporation (TSX VENTURE: STC), líder confiável no fornecimento de soluções de Comunicações Unificadas para pequenas e médias empresas, empresas, OEMs e prestadores de serviços, tanto no local quanto na nuvem, entrou em um acordo definitivo em 23 de agosto de 2018 para adquirir todas as ações em circulação da Digium, Inc. O acordo deve ser fechado em ou perto de 31 de agosto de 2018, sujeito às condições habituais de fechamento.

    A Digium é o criadora do Asterisk, o software de comunicação de código aberto mais utilizado no mundo, juntamente com o FreePBX da Sangoma. A empresa oferece um portfólio abrangente de produtos, incluindo a plataforma UCaaS (Unified Communication as a Service) baseada em nuvem da Digium, o sistema telefônico baseado em instalações Switchvox, uma linha completa de telefones IP e um conjunto completo de software e conectividade Asterisk. Fundada em 1999, a Digium é uma verdadeira pioneira no mercado de comunicações, lançando o segmento de código aberto de telecomunicações e é uma das marcas mais conhecidas e respeitadas do setor. Ela está sediada em Huntsville, Alabama, é uma empresa de capital fechado e com garantia de empreendimentos, com mais de 40% das vendas em receita de serviços recorrentes para uma enorme base de clientes em todo o mundo.

    Alcançando um novo marco em escala

    “A Sangoma e a Digium têm uma longa história de trabalho em conjunto, ao mesmo tempo em que competem no mercado e se conheceram muito bem ao longo dos anos. Nosso relacionamento e respeito mútuo nos permitem saber que o encaixe estratégico entre as duas empresas é realmente excelente ”, disse Bill Wignall, presidente e CEO da Sangoma. Wignall continuou: “Esta transação adicionará vendas muito significativas, criará liderança de mercado em nosso segmento, aumentará materialmente as receitas recorrentes e nos permitirá alavancar com vantagem nossos negócios complementares. Durante um período de consolidação do setor, essa fusão transformadora é outro passo ousado para implementarmos nossa estratégia para ampliar e aumentar o valor para os acionistas, aumentando nosso crescimento orgânico com oportunidades de M & A complementares. Para a nova equipe que se juntará a nós, gostaria de recebê-lo para a crescente família Sangoma. Aos nossos clientes e parceiros da Digium em todo o mundo, gostaria de garantir a você que todos na Sangoma permanecem comprometidos com você, com os produtos da Digium nos quais você confia e contribuindo ainda mais para o seu sucesso. E, claro, para a comunidade do Asterisk, gostaria de garantir que a Sangoma reconhece o valor do Asterisk e está empenhada em mantê-lo em código aberto. Continuaremos a investir em seu desenvolvimento e a buscar insumos da ampla base de desenvolvedores que levou ao seu extraordinário sucesso. ”

    A aquisição, a sétima em sete anos da Sangoma, oferece à empresa combinada várias vantagens estratégicas, incluindo: aumento de escala através de vendas significativamente maiores, percentual de receita recorrente expandido, margens brutas mais fortes, liderança de mercado em nossa categoria, um portfólio de produtos mais completo equipe de funcionários excelentes durante um período em que a concorrência por talentos é alta, uma rede muito mais ampla de parceiros de canal complementares em todo o mundo e uma base maior de clientes empresariais e de pequenas e médias empresas. Após o fechamento, a empresa resultante da fusão terá uma força de trabalho combinada de mais de 300 funcionários.

    “Eu criei o Asterisk e a Digium para causar interrupções no setor de comunicações”, disse Mark Spencer, fundador e presidente da Digium. Spencer continuou: “Estou realmente orgulhoso por ter crescido sob sua propriedade e gestão atuais para um ponto muito bem-sucedido, e agora é hora de levá-lo ao próximo estágio como parte de uma empresa pública maior. Dado o envolvimento de ambas as empresas na história do Asterisk desde a sua criação em 1999, Sangoma é o lar natural do projeto Asterisk. Por muitos anos, ambas as empresas tiveram equipes trabalhando para melhorar o Asterisk e torná-lo mais acessível. Acredito que os compromissos da Sangoma deveriam tranquilizar a comunidade do Asterisk que a Sangoma é dedicada ao projeto. Estou ansioso para ver os resultados de uma colaboração mais estreita entre essas equipes e os benefícios para a comunidade, agora que eles farão parte de uma única empresa ”.

    Detalhes da transação

    De acordo com os termos do acordo, a Sangoma espera pagar um preço total de compra de US $ 28 milhões com base sem dívidas e sem caixa, sujeito a ajustes de capital de giro habituais. O preço de compra consiste em US $ 24,3 milhões em dinheiro e 3.943.025 ações ordinárias da Sangoma (representando US $ 3,7 milhões com base em um preço médio ponderado de volume de dez (10) dias de US $ 1,2214 por ação ordinária). A Digium gerou aproximadamente US $ 30 milhões em receita no exercício fiscal encerrado em 31 de dezembro de 2017, com ativos consolidados (líquidos de caixa) de aproximadamente US $ 11 milhões, sem dívidas e com prejuízo líquido de aproximadamente US $ 4 milhões. Além disso, para o trimestre encerrado mais recentemente, encerrado em 30 de junho de 2018, a Digium está operando a cerca do ponto de equilíbrio do EBITDA.

    A parte em dinheiro da contrapartida será financiada por uma combinação de dinheiro em caixa e, para minimizar a diluição, uma nova linha de crédito de aproximadamente US $ 21 milhões do banco canadense Tier 1 da Sangoma, elevando o total de linhas de crédito da Sangoma para US $ 28 milhões, dos quais aproximadamente US $ 25 milhões estarão em circulação no fechamento. A nova linha de crédito será sacada em dólares americanos, será paga em 7 anos e deverá ter uma taxa de juros de 6,0% a 6,5% ao ano no fechamento.

    Consultores de Transação

    A INFOR Financial Inc. atuou como assessor financeiro exclusivo da Sangoma em relação à transação.

    A gerência discutirá essa aquisição planejada de forma mais completa em uma teleconferência às 8h30 (horário de Brasília) de hoje, sexta-feira, 24 de agosto de 2018. O número de discagem para a ligação é 1-800-319-4610 (Internacional 1-604-638-5340 ) e os investidores devem discar 5 a 10 minutos antes da hora de início agendada e pedir para entrar na chamada Sangoma.

    Sobre a Sangoma Technologies Corporation

    A Sangoma Technologies é líder confiável no fornecimento de soluções de Comunicações Unificadas para pequenas e médias empresas, empresas, OEMs, transportadoras e provedores de serviços. As ofertas globais e escalonáveis da Sangoma incluem sistemas telefônicos locais e baseados em nuvem, serviços de telefonia e soluções de voz sobre IP líderes no setor, que juntas fornecem conectividade contínua entre a infraestrutura tradicional e as novas tecnologias. Os produtos e serviços da Sangoma são usados nas principais redes de PBX, IVR, contact center, redes de operadoras e aplicativos de comunicação de dados em todo o mundo. As empresas podem alcançar níveis aprimorados de colaboração, produtividade e ROI com a Sangoma. Tudo se conecta, conecte-se com o Sangoma! Fundada em 1984, a Sangoma Technologies Corporation é negociada publicamente na TSX Venture Exchange (TSX VENTURE: STC). Informações adicionais sobre a Sangoma podem ser encontradas visitando www.sangoma.com.

    Sobre a Digium

    A Digium®, Inc. fornece software Asterisk®, hardware de telefonia e sistemas telefônicos corporativos Switchvox no local e hospedados que oferecem soluções UCLAa (Unified Communications, UC) e UC (UCaaS) de classe corporativa a um preço acessível. A Digium é o criador, desenvolvedor primário e patrocinador do projeto Asterisk; o software de comunicações de código aberto mais utilizado no mundo. O Asterisk transforma um computador comum em um servidor de comunicações rico em recursos. Uma comunidade de mais de 80.000 desenvolvedores e usuários em todo o mundo usa o Asterisk para criar soluções de comunicação VoIP em mais de 170 países. Desde 1999, a Digium capacitou os desenvolvedores a criar soluções inovadoras de comunicação baseadas em padrões abertos e software de código aberto, oferecendo uma alternativa aos sistemas de telefonia proprietários. A Digium Switchvox Cloud e outros produtos e serviços baseados em nuvem são oferecidos através da Digium Cloud Services, LLC, uma subsidiária integral da Digium, Inc. Os produtos de comunicação comercial da Digium são vendidos através de uma rede mundial de parceiros revendedores. Mais informações estão disponíveis em www.digium.com e www.asterisk.org.


    Declaração de advertência sobre declarações de previsão


    Este press release contém declarações prospectivas, incluindo declarações sobre o sucesso futuro de nossos negócios, estratégias de desenvolvimento e oportunidades futuras.

    Declarações prospectivas incluem, mas não estão limitadas a, declarações relativas a estimativas de receita futura, despesas esperadas, produção futura esperada e fluxos de caixa, e outras declarações que não sejam fatos históricos. Quando usado neste documento, as palavras "poderia", "planejar", "estimar", "esperar", "pretender", "pode", "potencial", "deveria" e expressões similares indicam declarações prospectivas.

    Os leitores são advertidos a não depositar confiança indevida em declarações prospectivas, pois não há garantia de que os planos, intenções ou expectativas em que eles se baseiam ocorrerão. Pela sua natureza, as declarações prospectivas são baseadas nas opiniões e estimativas da administração na data em que as declarações são feitas e envolvem várias suposições, riscos conhecidos e desconhecidos e incertezas, tanto gerais quanto específicas, que contribuem para a possibilidade de que as previsões , previsões, projeções e outros eventos contemplados pelas declarações prospectivas não ocorrerão ou serão substancialmente diferentes daquelas esperadas. Embora a Sangoma acredite que as expectativas representadas por tais declarações prospectivas sejam razoáveis com base no atual ambiente de negócios, não pode haver garantia de que tais expectativas se confirmem, pois essas expectativas estão inerentemente sujeitas a incertezas e contingências comerciais, econômicas e competitivas. . Alguns dos riscos e outros fatores que podem fazer com que os resultados sejam materialmente diferentes daqueles expressos nas declarações prospectivas contidas na discussão e análise da administração incluem, entre outros, as variações na taxa de câmbio entre o dólar canadense e outras moedas. variabilidade de vendas entre um período e outro, mudanças na tecnologia, mudanças no clima de negócios em um ou mais dos países em que a Sangoma opera, mudanças no ambiente regulatório, taxa de adoção dos produtos da empresa em novos mercados, o declínio na importância do PSTN e novas pressões competitivas. As declarações prospectivas contidas neste press release estão expressamente qualificadas por esta declaração de advertência e a Sangoma não assume nenhuma obrigação de atualizar as declarações prospectivas se as circunstâncias ou estimativas ou opiniões da gerência devem mudar, exceto conforme exigido por lei.
    Os leitores são direcionados para os registros da Sangoma sobre o SEDAR com relação à Discussão da Administração e à Análise dos Resultados Financeiros para a base da reconciliação do EBITDA da Sangoma com o lucro líquido, conforme calculado em IFRS

    FONTE: https://www.sangoma.com/sangoma-announces-definitive-agreement-to-acquire-digium-inc/

    quinta-feira, 5 de julho de 2018

    O que é DISA?

    By: Janduy Euclides On: julho 05, 2018
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  • Modulo DISA FreePBX

    DISA (Direct Inward System Access) significa acesso direto ao sistema interno. A DISA permite que chamadores externos liguem para o PBX e obtenham um toque de discagem interno. O usuário pode discar do PABX como se a chamada viesse de um ramal interno.

    Por exemplo, a DISA pode ser usada por funcionários fora do escritório para aproveitar tarifas menores de longa distância fornecidas pelas linhas de tronco do PBX ou para reduzir os minutos de telefone celular usando uma cláusula de plano de telefone celular sem chamada. Os funcionários que viajam podem usar qualquer telefone para ligar para a DISA e depois ligar para um cliente. O cliente veria a ligação vinda do escritório, mesmo que o funcionário estivesse usando um telefone celular.

    Para que serve o módulo DISA?

    O Módulo DISA é usado para criar um destino para o qual você pode enviar chamadas. As chamadas enviadas para um destino DISA receberão um tom de discagem e poderão discar um número de telefone, e a chamada sairá pelo PBX.

    Por exemplo, você poderia criar um DISA e definir o DISA como um destino em um IVR, de modo que, quando um chamador pressionasse 1, ele ouvisse um tom de discagem e pudesse discar uma chamada telefônica.

    Outra opção é atribuir um número dedicado para ir diretamente para um destino DISA.

    Avisos de segurança com DISA

    Certifique-se de configurar os controles de acesso de segurança para um destino DISA, ao abrir o PBX para chamadores externos.

    Opções para proteger um DISA: Definir códigos de segurança PIN para o DISA como um todo ou para cada usuário (quanto mais tarde, melhor)

    Se a DISA for atingida por meio de uma rota de entrada, defina os filtros do ID da chamada de entrada na rota de entrada (consulte Módulo de Rotas de Entrada).

    Esta é uma opção de segurança mais fraca, pois os números de identificador de chamadas podem ser falsificados.

    Fonte: https://wiki.freepbx.org